quarta-feira, 18 de maio de 2016

Prefeito falta a reunião e professores protestam nas ruas

O ex ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse no dia (14/01/2016) que o novo piso salarial dos professores sofreu aumento de 11,36% a partir de janeiro do ano corrente o salário base passa de R$ 1.917,78 para R$ 2.135,64.

Mais em Goiana, Zona da Mata de Pernambuco, não foi repassadao este reajuste para os professores que tentaram de todas as maneiras entrar em acordo com o prefeito, Fred Gadelha (PTB), outra questão que deixou os professores desgostosos é a atual situação das maiorias das escolas municipais, que iniciaram o ano letivo de 2016 em péssimo estado de conservação e o constante atrazo do pagamento da folha dos profissionais da educação.




Diante desta situação o Sindicato dos Professores Municipais de Goiana (SINPROMG),  deflagrou greve em assembleia desde sexta feira (13/05), preocupados com a situação, desde então, o sindicato busca a todo momento uma reunião com o prefeito de Goiana para que seja atendida as reivindicações e não prejudicar de nenhuma forma o ano letivo dos alunos.

Por sua vez, o gestor Fred Gadelha, marcou uma reunião com o sindicato para o dia (17/05/2016), mais não compareceu, alegando estar em outros compromissos, deixando revoltados os sindicalistas e os professores que sentem-se ignorados pelo prefeito do município.

No dia seguinte (18/05/2016), os professores voltaram a ocupar as ruas da cidade, concentrando-se em frente à Secretaria de Municipal de Educação e Inovação (Centro) e de lá saíram em caminhada com faixas, nariz de palhaço e carro de som, afim de chamarem a atenção da população para somar forças aos professores municipais, o destino foi a frente do prédio da prefeitura, onde proferiram palavras de ordem cobrando urgentemente uma ação por parte da gestão.

Conseguimos marcar uma reunião junto aos representantes da Secretaria de Educação e o prefeito Fred Gadelha Júnior, para às 15 horas de hoje (18), na própria secretaria. Esperamos, todos nós servidores, que seja uma reunião proveitosa para ambos os lados”, explicou Manuel Messias, presidente do SINPROMG.