quinta-feira, 19 de maio de 2016

Blitz da Saúde: Bruno Salsa diz: Fred foi forçado a inaugurar o SAMU

O vereador Bruno Salsa (PR), utilizou a palavra na trubuna da Câmara de Vereadores para fazer graves denuncias contra a gestão municipal, em seu pronunciamento o vereador ironizou o fato do prefeito querer tomar para si todos os créditos na questão da instalação da unidade do Serviço de Atendimento Móvel (Samu).

Confira vídeo:





O vereador falou que os recursos vieram do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) e a prefeitura teria sido responsável apenas pela colocação da mobília do local, mais nem isso conseguiu fazer, pois não conseguiu concluir o processo licitatório e teve que pegar móveis usados de outras unidades para colocar no local, falou também que o projeto de implantação do SAMU é do governo que antecedeu a gestão Fred Gadelha.

Segundo Bruno Salsa a secretária estadual de saúde teria mandado retirar a placa que daria os créditos da obra ao prefeito Fred Gadelha e a secretária municipal de Saúde, Patrícia Borba.

O vereador da base do governo Mostrou documentos que atestaram a preocupação da Câmara e do ministério público com as antigas instalações do SAMU.

O oficio nº 491/2015 expedido em 02 de agosto de 2015 diz que chegou ao conhecimento do Ministério Publico de Pernambuco na Promotoria de Justiça da cidadania de Goiana-PE, que o antigo prédio do Samu encontrava-se com problemas estruturais e administrativos, partindo dai, solicitou que a prefeitura que fosse realizada uma vistoria no local e os informasse quais os procedimentos iria ser tomado para sanar tais problemas.


Veja também: Audiência Pública com o Dr. João Maxímo (Dir. SAMU, Goiana-PE)





Em resposta ao oficio em 09 de março de 2016, a secretária de saúde Patricia Borba, enviou ao Ministério Público, a informação que a nova unidade estava praticamente pronta para inauguração.

Em uma segunda tentativa de acordo pacifico, o promotor de justiça Dr. Fabiano Saraiva foi enfático ao requisitar informações sobre as irregularidades apontadas pela câmara de vereadores, pois a situação que encontrava-se o SAMU estava comprometendo o funcionamento do órgão público e ofereceu 10 dias para uma resposta.

Por fim o a Promotoria, enviou um ultimo oficio, informando os procedimentos e as penalidades legais a serem tomadas caso a gestão não cumprisse com a solicitação do ministério publico em enviar dados técnicos sobre a situação do prédio, a propositura da ação civil.